Alô, Chics!
Blazer - o eterno retorno
Gloria Kalil | 22.05.2013

Fico em estado de graça a cada vez que o blazer volta à moda. Não consigo imaginar roupa mais cômoda, fácil e chic para o trabalho e para algumas ocasiões sociais do que esta peça originária do guarda-roupa masculino. Vamos convir que homem é sempre mais prático do que mulher na determinação de sua indumentária. O que pode ser mais prático do que uma calça, uma camisa e um paletó?
Demorou anos para as mulheres, ou melhor, para que alguns costureiros - como Chanel nos anos 1930, Saint Laurent nos 1970 e Armani nos 1980 - se apoderassem desse uniforme e os transformassem em roupas do dia a dia das mulheres de grande parte do mundo.
O blazer da moda passa longe do tradicional: ele não é reto, não é quadrado e não pára logo abaixo do bumbum como o masculino mais convencional. Ele é ligeiramente ajustado, tem os ombros no lugar e pode ser curto, na altura do ossinho do quadril ou longo cobrindo o traseiro, quase como um mantô curto. Pode ser usado com saia justa, sobre vestidos estampados, com calça em tecido diferente e até mesmo com calça do mesmo tecido numa versão nova e bem-vinda do terninho.
Falem a verdade, um paletózinho bacaninha dá ou não uma segurança danada nas horas de aperto?

O que você está fazendo para ajudar a fazer bonito?
Gloria Kalil | 15.05.2013

Estreamos o quadro Vamos Fazer Bonito, domingo (12.05), no Fantástico. Vamos ter mais 4 programas para mostrar de que modo o Brasil (e os brasileiros) estão se preparando para receber os milhares de turistas que vão chegar ao país - a nosso convite - por conta dos grandes eventos que sediaremos entre o mês de junho de 2013, com a Copa das Confederações, até o ano de 2016 com as Olimpíadas.
O primeiro programa causou um grande rumor nas redes sociais que demostraram um enorme medo de... fazer feio! Nós brasileiros somos assim: pessimistas até o último momento e ufanistas depois que a festa acontece e que dá tudo certo! Não temos meias medidas.
+ ASSISTA AO QUADRO NO SITE DO FANTÁSTICO
A ideia do programa é justamente levar a público tudo o que está sendo feito de bom para ajudar a vida dos visitantes. Para mostrar que somos um país organizado e capaz de fazer bonito diante do mundo.
Exemplo: um grupo de rapazes inventou um aplicativo que traduz menus dos restaurantes em várias línguas, o que facilita enormemente a vida dos gringos que ficam desesperados diante de menus apenas em português.
Voce teve alguma boa ideia nesse sentido? Pensou em alguma coisa que ajude na informação, na segurança, na limpeza da cidade? Mande que a gente publica!
Beijos,

Angelina Jolie
Gloria Kalil | 14.05.2013

A mais linda e a mais sexy, casada com o mais lindo e o mais sexy, com filhos escolhidos e amados, fama e todo o dinheiro do mundo. A imagem do sucesso e da perfeição em terra. O sonho americano (e universal) de felicidade aos olhos dos fãs e adoradores de celebridades.
Imaginem agora o outro lado da moeda. Essa pessoa tão privilegiada, recebendo dos médicos a notícia de que suas melhores chances de vida seriam a retirada dos seios, o atributo máximo da feminilidade e da sensualidade. Imaginem o choque e o dilema desta mulher; imaginem o medo de perder essa imagem, o medo de enfrentar o risco, o perigo, a dor. Imaginem a angústia das conversas com o marido, as dúvidas e a insegurança que a decisão teria na vida pessoal, profissional e conjugal.
A vida é linda e dura; um mistério. Vamos vivê-la do melhor jeito possível.

Vamos Fazer Bonito
Gloria Kalil | 09.05.2013

Alô Chics! Tenho viajado loucamente nas últimas semanas por conta das gravações de um quadro do Fantástico que começa no domingo (12.05). Trata-se de uma série chamada Vamos Fazer Bonito, que está me dando arrepios de alegria e de medo –na mesma medida! A ideia é ir ver se o Brasil -ou seja, nós- estamos preparados para receber os milhares de turistas que vão chegar ao país, a nosso convite, para a Copa das Confederações (junho de 2013), Jornada Mundial da Juventude (julho de 2013) e depois Copa do Mundo (2014) e Olimpíadas (2016).
Para conferir, acompanhamos a chegada de seis turistas estrangeiros nas cidades que vão sediar o primeiro destes grandes eventos, a Copa das Confederações, para ver como foram recebidos nos aeroportos, nos hotéis, nos taxis, nas ruas. Teve de tudo: coisas de matar a gente de vergonha e outras que só nos deixam ótimos na foto. A ideia principal é mostrar o que está sendo feito de bom e mostrar as iniciativas, das empresas ou particulares, para ajudar a vida dos turistas e dar uma boa impressão do país. O mundo está e olho em nós e é uma boa hora para mostrar que somos capazes e civilizados.
Vejam o programa e colaborem: Se você tiver uma boa ideia ou já estiver fazendo alguma coisa neste sentido, mande um e-mail que a gente mostra e divulga. Ainda dá tempo de fazer bonito.
Beijos,

Plissados, por favor
Redação | 24.04.2013

No vai e vem da moda, um retorno muito bem vindo: o plissado miúdo que Issey Miyake lançou com enorme sucesso em 1993 sob a etiqueta Pleats, Please.
Antenada como ela só, Stella McCartney se encantou com as possibilidades desse pano incrível (que pesa zero gramas e não amassa em hipótese alguma) e fez com eles vários modelos para este verão que namora descaradamente com os anos 1990. Resultado: o plissadinho voltou a ser objeto de desejo e renovou o desejo dos Pleats, Please do próprio Miyake.
Não à toa a loja dele no Boulevard St.Germain, em Paris, estava lotada. Olhem que graça os modelos dos dois criadores e vejam se não dá vontade de ter um já!
Beijos,

A modinha do Fashion Rio
Gloria Kalil | 18.04.2013 em Fashion Rio

Num espaço compacto e bem montado na Marina da Gloria estão acontecendo os desfiles do verão 2014 do Fashion Rio. São 18 marcas cariocas e sete de fora (cinco de SP, uma de Brasília e uma de Minas). O perfil das marcas destas passarelas é mais leve, mais rápido, mais “modinha” do que as que se apresentam no SPFW, que são mais autorias e urbanas, e as de Minas, que são mais focadas na malharia, na moda festa e no artesanal.
Antes que achem que modinha é um termo pejorativo, explico: era esse o nome que se dava à moda Rio nos anos 1970 quando ela dominava o mercado brasileiro por traduzir uma roupa apropriada para nosso clima, bem esportiva, jovem e fácil de usar. Essas características estão de volta e em alta, especialmente depois da entrada do fast fashion no mercado mundial. A moda que estamos vendo no Fashion Rio confirma essa vocação comercial e antenada. Se os preços forem razoáveis uma roupa que tem tudo para dar certo nas lojas do Brasil.


