Beleza
Alga negra é a novidade para revitalização da pele
Vitória Guimarães | 09.03.2010

Quem gosta de cosméticos costuma ser facilmente seduzido por embalagens lindas, aromas novos e diferentes tipos de aplicação. Mas a aparência do produto em si também pode ser um chamariz. É o caso do novo creme restaurador Le soin noir, da Givenchy, que é... Preto.
Antes que você imagine uma máscara de lama pegajosa, pense num creme leve e transparente, que some na hora da aplicação. Feito de alga negra (componente novo no mercado de beleza, a planta é capaz de sobreviver a temperaturas extremas, possui propriedades antiinflamatórias e que combatem os radicais livres), o produto é indicado para aliviar as peles sensibilizadas por tratamentos dermatológicos, segundo a dermatologista Roberta Vasconcelos, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia – de fato, após duas noites de uso, o creme ajudou a recuperar as áreas ressecadas do meu rosto pelo uso de ácido retinóico.
Mas é claro que inovação, componente patenteado e embalagem luxuosa (um cubo de vidro transparente) significam alto custo. O Le soin noir, que chega às lojas no final de abril, faz parte da linha premium da Givenchy e fica na faixa dos cremes da La Prairie, outra marca de cosméticos de luxo: R$ 1.200. Pelo menos, rende bastante e não precisa ser aplicado todos os dias, o que faz com o que o produto dure mais tempo.

