Boa Vida
Zoom na cenografia do Fashion Rio: saiba + sobre as expos de Sérgio Rodrigues, bossa nova e Fernando Torquatto
Ligia Carvalhosa | 05.01.2012 em Fashion Rio

Nem só de roupas e acessórios se faz uma semana de moda. Fora das salas de desfiles, existe toda uma programação paralela que difunde obras de outros artistas que não os estilistas que integram o line-up do evento. Para o Fashion Rio de inverno 2012, a curadora Mari Stockler - diretora de arte e fotógrafa por trás do estúdio Duas águas, responsável pela cenografia do evento - propôs uma discussão sobre atemporalidade e a qualidade da produção artística.
Espalhadas pelos armazéns do Píer Mauá, onde acontecem os desfiles, exposições de Sérgio Rodrigues, César Villela e Fernando Torquatto discutem “atemporalidade onde gerações se comunicam em um tempo suspenso e a criação é o denominador comum”, como explica a própria Mari.
Admiradora do trabalho de Sérgio, a diretora de arte encontrou na mostra uma maneira de se aproximar do arquiteto. “Ele traduz em seus móveis e casas nosso estilo de vida mais característico, um trabalho que desde os anos 1950 se refere à contemporaneidade”. Objetos pessoais, projetos, maquetes, painéis fotográficos e vídeos compõem a exposição.
A música brasileira também ganha espaço no Fashion Rio com a exposição Essa Bossa É Nossa, dedicada às criações do designer gráfico Cesar VIllela para a gravadora Elenco nos anos 1960, pinçadas do acervo do músico Charles Gavin. "Ele produziu para a Bossa Nova a sua tradução gráfica”, define Mari. Além das impressões pelas paredes dos lounges, há ainda uma parte reservada às capas originais, com uma seleção de discos que têm o Rio de Janeiro como assunto principal.
A terceira expo retrata o trabalho de Fernando Torquatto, grandes bandeiras com imagens em preto e branco exibem 34 fotos de artistas e celebridades de diferentes gerações como Regina Casé, Gilberto Gil, Andrea Dellal, Chico Buarque, Cleo Pires e Alice Braga.
Além das exposições, há ainda mobiliários criados a partir de projeto desenvolvido em parceria com o designer Tonho, do estúdio Quinta-feira. Partindo da obra de Enzo Mari, foram realizadas oficinas na Favela da Maré e as peças confeccionadas estarão expostas em restaurante instalado no Píer Mauá.
Espalhadas pelos armazéns do Píer Mauá, onde acontecem os desfiles, exposições de Sérgio Rodrigues, César Villela e Fernando Torquatto discutem “atemporalidade onde gerações se comunicam em um tempo suspenso e a criação é o denominador comum”, como explica a própria Mari.
Admiradora do trabalho de Sérgio, a diretora de arte encontrou na mostra uma maneira de se aproximar do arquiteto. “Ele traduz em seus móveis e casas nosso estilo de vida mais característico, um trabalho que desde os anos 1950 se refere à contemporaneidade”. Objetos pessoais, projetos, maquetes, painéis fotográficos e vídeos compõem a exposição.
A música brasileira também ganha espaço no Fashion Rio com a exposição Essa Bossa É Nossa, dedicada às criações do designer gráfico Cesar VIllela para a gravadora Elenco nos anos 1960, pinçadas do acervo do músico Charles Gavin. "Ele produziu para a Bossa Nova a sua tradução gráfica”, define Mari. Além das impressões pelas paredes dos lounges, há ainda uma parte reservada às capas originais, com uma seleção de discos que têm o Rio de Janeiro como assunto principal.
A terceira expo retrata o trabalho de Fernando Torquatto, grandes bandeiras com imagens em preto e branco exibem 34 fotos de artistas e celebridades de diferentes gerações como Regina Casé, Gilberto Gil, Andrea Dellal, Chico Buarque, Cleo Pires e Alice Braga.
Além das exposições, há ainda mobiliários criados a partir de projeto desenvolvido em parceria com o designer Tonho, do estúdio Quinta-feira. Partindo da obra de Enzo Mari, foram realizadas oficinas na Favela da Maré e as peças confeccionadas estarão expostas em restaurante instalado no Píer Mauá.

