O império das maxibolsas chegou ao fim
29.07.2008

Avisem os ortopedistas: a moda das maxibolsas foi boa, mas a febre, ufa, passou. Quem atesta são as passarelas. Os últimos desfiles de Marc Jacobs, Hermès, Fendi e Louis Vuitton – grifes que sabem tudo do assunto – apostaram nos modelos médios-a-pequenos. Nas semanas de moda brasileiras, Tufi Duek, Animale, 2nd Floor, Carlota Joakina, Osklen, Juliana Jabour, Giulia Borges, Homem de Barro, Eliza Conde e Santa Ephigênia também desfilaram suas versões nada máxi.

Não é á toa que, há bem pouco tempo, as trend-setters deixaram suas Fendi Spys, Balenciaga City Motorcycles e Chloé Paddingtons de lado e se agarraram às correntes e ao matelassê da 2.55, modelo clássico da Chanel. Com mais de 50 anos, ela tem, nos seus 24 cm de extensão, o tamanho e a forma ideais para quem não agüenta mais as máxis.

E agora, hein? Como editar os pertences de modo que eles caibam em bolsas menores? Pratique esse exercício de desapego – e de feng shui fashion! Um bom jeito de começar é observando o que Marcelle Bittar, Flávia Oliveira, Diane Conterato e Martha Penz escolhem para levar nas suas bolsas pequenas. As modelos, superantenadas, foram clicadas nas semanas de moda que aconteceram em junho. Confira imagens de passarela e das modelos na galeria ao lado.


Vitória Guimarães