Moda

BOLSAS: it-bags perdem lugar para os modelos mais clássicos das grandes grifes, com tamanhos menores e logomania

É hora de aposentar as bolsas vistosas e cheias de detalhes que por tempos estiveram em alta. Segundo reportagem do jornal inglês Telegraph, a onda agora é buscar os ícones de cada marca, como indicam as passarelas e revistas de moda do inverno 2011.

Tamanhos modestos e o retorno da logomania (em estampas ou fivelas) são os elementos mais evidentes deste movimento, que serve também para dar um fim à era das it-bags e da febre de lançamentos semanais de novos modelos.

A nova geração do acessório é marcada pela funcionalidade, com muitos zíperes e bolsos internos, e durabilidade, afinal boa parte delas são feitas de couro. Seu status é de um investimento para toda a vida.

Uma das primeiras a entrar nesta procura por formas clássicas do acessório foi Phoebe Philo, da Céline, ao trazer suas "anti-it-bags" na coleção minimalista do verão 2010. A partir de então, viu-se peças já eternizadas como novamente objetos de desejo , como o modelo Kelly, da Hermès; a Lanvin Happy Bag; e as notórias padronagens da Louis Vuitton. Na mesma onda utilitária, até Marc Jacobs investiu em uma versão atemporal.

"O desejo pela compra de bolsas está de volta e as peças do momento são modestas, simples e clássicas. A qualidade mais uma vez encontra-se no material”, diz Katie Hillier, designer da marca inglesa de acessórios que leva seu nome, ao Telegraph. "Para mim, a bolsa mais clássica será sempre a Constance (da Hermès), que muitos designers têm referenciado nas últimas temporadas", indica.

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